Você já ouviu falar em coordenação motora grossa e da importância que ela exerce para o desenvolvimento e aprendizagem dos educandos entre 3 e 5 anos de idade? Essa é uma fase crucial entre as crianças no que se refere à prática de atividades que contribuem para o estímulo de suas inteligências espacial e motora e é por meio dos exercícios referentes ao desenvolvimento da coordenação motora grossa que os educadores podem exercer um papel fundamental nesse processo.

A coordenação motora grossa faz referência às atividades que trabalham os músculos maiores do nosso corpo, ou seja, são responsáveis pela execução dos movimentos maiores também, como por exemplo: sentar, mover as pernas, pés e braços, correr e andar. Toda vez que usamos grandes músculos, o nosso corpo todo ou várias partes dele ao mesmo tempo, estamos colocando em ação a nossa capacidade motora grossa. Por isso o tônus muscular é fundamental para exercê-la. Se o corpo reage de maneira muito constrita, os movimentos saem estranhos ou desconectados. Se ele reage de modo muito solto, os movimentos parecem lentos e é preciso usar mais força para realizá-los.

Atividades para desenvolver a coordenação motora grossa

Também conhecida como coordenação motora ampla, ela inclui movimentos básicos como engatinhar, andar e pular. As atividades para desenvolver essa habilidade incluem recreações mais simples, como empurrar, pular, correr, rastejar e quaisquer outras práticas que possam ser executadas em ambientes abertos nos quais as crianças têm liberdade para se movimentar. Brincadeiras com bolas, bambolês e outros objetos que estimulem a movimentação são boas sugestões de práticas para o desenvolvimento da coordenação motora grossa.

Ela é importante para o desenvolvimento e aprendizagem dos educandos entre 3 e 5 anos de idade, pois essa é uma fase crucial entre as crianças, e por isso a  prática de atividades que contribuem para o estímulo de suas inteligências espacial e motora precisam ser trabalhadas. E é por meio dos exercícios referentes ao desenvolvimento da coordenação motora grossa que os educadores podem exercer um papel fundamental nesse processo.

A coordenação motora grossa faz referência às atividades que trabalham os músculos maiores do nosso corpo, ou seja, são responsáveis pela execução dos movimentos maiores também, como por exemplo: sentar, mover as pernas, pés e braços, correr e andar. Toda vez que usamos grandes músculos, o nosso corpo todo ou várias partes dele ao mesmo tempo, estamos colocando em ação a nossa capacidade motora grossa. Por isso o tônus muscular é fundamental para exercê-la. Se o corpo reage de maneira muito constrita, os movimentos saem estranhos ou desconectados. Se ele reage de modo muito solto, os movimentos parecem lentos e é preciso usar mais força para realizá-los.

Atividades para o desenvolvimento da coordenação motora grossa

1. Circuitos com obstáculos

Essa atividade contribui – e muito – para o desenvolvimento da coordenação motora grossa. Você deve trabalhar com educandos mais jovens, entre 3 e 5 anos, para estimular que eles gastem energia e exercitem seus movimentos em situações de bastante diversão. Em uma área aberta, como pátio da escola ou o jardim de casa, coloque objetos que sirvam como obstáculos no caminho das crianças, fazendo com que elas tenham que desviar, pular ou empurrar eles. Caixas de papelão ou um simples bambolê no chão já servem para fazer brincadeiras com os pequenos. A atividade pode ir se tornando mais complexa de acordo com a idade e progresso da criança.

2. Brincadeiras com bolas

Futebol, basquete, ou qualquer outra brincadeira que envolva chutar, correr em várias direções, agarrar ou arremessar são excelentes para o desenvolvimento da coordenação grossa. Inclusive, existem várias opções de brincadeiras com bolas que podem ser incluídas no seu planejamento letivo, além das clássicas que já citamos. Que tal brincar de queimada, boliche de bolas ou até mesmo bola no alvo? São ótimas opções para desenvolver a lógica, velocidade e habilidades de locomoção entre os educandos, além de renderem momentos de muita diversão e risadas.  

3. Imitar animais

Brincar de imitar animais é uma das brincadeiras mais bacanas para estimular o desenvolvimento da coordenação motora grossa dos educandos. São tantas as possibilidades que é impossível enjoar. Proponha para os seus alunos a simulação de uma grande floresta, em que cada um deles ficará responsável por imitar algum animal como leões, zebras, macacos e até mesmo serpentes. Considerando que a imitação é uma ferramenta poderosa no processo de aprendizagem de uma criança, dessa forma você estará aliando os ensinamentos a respeito da fauna a exercícios que estimulam os movimentos e, portanto, coordenação motora entre os estudantes. A imaginação de uma criança é algo espetacular e pode – e deve – ser explorada nos momentos de aprendizagem.

4. Dançar

A dançar apresenta diversos aspectos positivos do desenvolvimento motor. Geralmente as aulas de dança para crianças centram-se na criatividade e nas possibilidades de movimento. Assim elas podem desenvolver uma preferência pessoal por padrões de movimentos e estilos. Na dança, os educandos têm a chance de aprimorarem suas noções de espaço, domínio do corpo e movimentos, movimentação criativa, além de gastarem energias e estimularem o equilíbrio e destreza. Como educador, você pode explorar a dança a partir de ritmos e movimentos livres, de modo a permitir que os alunos encontrem livremente os estilos que mais gostam de dançar.

5. Blocos de construção

Assim como o quebra-cabeça, jogos e brinquedos que envolvem a montagem de blocos de construção – como os tijolinhos de brinquedo – estimulam a criatividade, a cooperação e a coordenação das crianças. Ao realizar a montagem, elas vão trabalhar noções como equilíbrio e peso, por exemplo. Além disso, busque utilizar peças de diversas cores e tamanhos, favorecendo também o estímulo das capacidades cognitivas e sensoriais das crianças.

6. Jogo do espelho

No jogo do espelho você pedirá para que os educandos formem duplas e fiquem de frente um para o outro. Cada um deles terá o momento de reflexo e de executor dos movimentos. Enquanto o executor se move, o reflexo deve imitar os movimentos realizados, imitando todas as ações. Por exemplo: se o executor deitar, o reflexo deve deitar também. Se ele pular, o reflexo pula também. Sempre o mais igual possível. A beleza dessa brincadeira é que criança vai sozinha buscando movimentos mais complexos, para desafiar ainda mais seu reflexo.

7. Morto-vivo

A row of children crouching down together against a white background

Uma das crianças é escolhida como a líder e ficará à frente do grupo. É ela quem vai dar as instruções a serem seguidas pelos jogadores. Quando o líder disser “morto”, todos terão que agachar. Quando o líder disser “vivo”, todos terão que dar um pulinho e ficar em pé. Quem não cumprir ou errar o comando é eliminado, até ficar somente um participante, que será o vencedor e o próximo líder.

A velocidade em que os comandos de “vivo” ou “morto” são dados, vai definir o grau de dificuldade da brincadeira, assim como a sequência, que ficará por conta da criança líder, com o intuito de confundir e eliminar cada vez mais a atenção dos participantes. Esse exercício, além de estimular a movimentação, também contribui bastante para o desenvolvimento do foco dos educandos.

Inspirado?

Desde muito cedo, é importante que pais e educadores estimulem as crianças a serem ativas, brincando e realizando atividades que colaborem para o desenvolvimento de habilidades importantes para o futuro, como as capacidades motora, afetiva, cognitiva e social. Estimular brincadeiras que trabalhem a coordenação é um dos aspectos mais importantes nos primeiros anos de vida. É por meio dela que a criança vai poder andar, manusear objetos, escrever e outra tarefas importantes que ela levará para toda a vida.

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